quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Brasileiros querem interatividade na TV

Por Eduardo Bonjoch

A Philips divulgou hoje os resultados de uma pesquisa sobre o mercado de telas finas no País. O trabalho foi dividido em duas partes. Na primeira, foram entrevistados 400 consumidores (entre homens e mulheres) das classes A e B, com idades entre 25 e 45 anos e que vivem em São Paulo e no Rio de Janeiro. 19% dos entrevistados já possuem um TV de tela fina (plasma ou LCD). Por outro lado, 45% dos consumidores têm a intenção de adquirir um TV Flat nos próximos seis meses, sendo que 98% entram agora para a categoria, já que se preparam para adquirir seu primeiro modelo desse tipo. Os sistemas de home theater ficaram em segundo lugar na lista de intenções de compra de eletrônicos, com 24%. Notebooks e celulares, por exemplo, ficaram de fora desse estudo.

A segunda parte da pesquisa se propôs a listar o que o brasileiro espera da TV no futuro. Para isso, foram entrevistados 20 consumidores da classe A (lembrem-se que as novidades tecnológicas chegam primeiro aos mais privilegiados) com idade entre 20 e 40 anos e que residem em São Paulo. Aqui, ficou claro que os consumidores querem mais interatividade. “O público cansou de se comportar de maneira passiva diante do TV”, disse Gabriel Aleixo, do setor de Inteligência de Mercado da Philips. “Ele quer controlar o aparelho através de sensores que detectem movimentos e comandos de voz.” O acesso à internet e a possibilidade de se relacionar com as pessoas por meio do televisor, assim como nos computadores, também foram destacados pelos consumidores. Mas é claro que o design também pesa e ele também apareceu na pesquisa.

Bem, pelo que a Philips apurou, os brasileiros querem que o Ginga traga a tal interatividade para a TV digital o quanto antes. Mas não só isso: querem que o televisor assuma o papel de central de entretenimento da casa. Basta saber, agora, quando o sonho se tornará realidade!


Fonte: http://planetech.uol.com.br/?p=3148

Google lança sistema operacional Cloud

Por: Redação Adnews

Depois do Chrome, o Google está lançando o sistema operacional Cloud. Anunciado ontem na última segunda-feira, na Netbook World Summit, em Paris, o sistema será vendido com o netbook Gigabyte.

A princípio, o Cloud será apenas uma opção para os usuários que poderão utilizar também o Windows comum.

Com interface semelhante à do Mac OS/X, o sistema para computação em nuvem utiliza o Chrome e integra serviços como Skype, YouTube e outros aplicativos do Google.


Fonte: http://imasters.uol.com.br/noticia/10902/mercado/google_lanca_sistema_operacional_cloud/

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Pionner apresenta Blu-ray de 400 GB com 16 camadas

Por Bruno do Amaral



A Pionner apresentou nesta segunda-feira (1) a super-mídia dos sonhos de qualquer aficcionado por tecnologia e vídeos de alta definição: um disco Blu-ray de 400 GB. A capacidade extrema se deve às 16 (!) camadas de gravação, permitindo muito mais armazenamento. E o melhor: a empresa afirma que ele é compatível com os aparelhos de raio azul atuais.


Atualmente, o disco de 400 GB está marcado para entrar em produção em algum momento entre agora e 2010, por mais vago que isso possa parecer. Versões regraváveis não irão chegar antes de 2010 e 2012, de acordo com o blog Engadget.

Mas, se você acha pouco e tem um pouco mais de paciência, um novo disco de 1 TB deverá ser lançado em 2013. Um disco normal de Blu-ray tem capacidade de 25 GB, enquanto o de camada dupla pode chegar até 50 GB.


Fonte: http://pcmag.uol.com.br/conteudo.php?id=660

Pesquisa revela que 45% das lojas online fecham em um ano

São Paulo - Segundo a camara-e.net, são criados 8 mil sites de vendas todos os anos, mas quase metade não sobrevive aos primeiros 12 meses.

Acesso a um número muito maior de clientes, possibilidade de venda 24 horas por dia, menores despesas que uma loja tradicional... São muitos os atrativos de um negócio online. Porém, ter sucesso no mundo digital não é tão simples assim. “Quarenta e cinco porcento das lojas virtuais fecham suas portas no primeiro ano de atividade”, afirma Gerson Rolim, diretor executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, a camara-e.net.

Segundo o executivo, cerca de 8 mil lojas online são criadas todos os anos, sendo que 3.600 delas não terminam os primeiros doze meses em atividade. Atualmente, há cerca de 16 mil varejistas online no Brasil. “Em muitos casos falta o planejamento básico”, destaca Sandra R. Tuchi, superintendente de marketing da Associação Comercial de São Paulo.

Na verdade, não basta ter uma página na web. “Para começar, se você não usar as ferramentas da internet, como links patrocinados, por exemplo, ninguém bate na sua porta”, destaca Rolim. “Além disso, é preciso ter um bom preço, pois na internet é muito fácil comparar valores, oferecer parcelamento e ter uma boa logística – cumprir prazos é fundamental”, completa.

Outro ponto importante apontado pelo executivo da camara-e.net para que um pequeno negócio online consiga sobreviver é buscar áreas pouco exploradas. “Quase 80% do faturamento do varejo online é gerado pelas 16 maiores lojas. Para um negócio sobreviver na disputa com esses gigantes, é preciso investir na segmentação, buscar um nicho”, explica.

Com objetivo de incentivar a adoção do comércio eletrônico por empresas de pequeno porte, a camara-e.net e Associação Comercial de São Paulo fecharam um acordo de colaboração na semana passada. A iniciativa resultará na realização de eventos conjuntos e no desenvolvimento de projetos como a criação de um selo de qualidade para lojas virtuais.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/12/01/pesquisa-revela-que-45-das-lojas-online-fecham-em-um-ano/