sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Um 2010 tridimensional!

Preparem-se! 2010 será o ano do boom da tecnologia 3D. Quem afirma essa perspectiva são os fabricantes de eletroeletrônicos. As três dimensões deverão ser incorporadas a vários setores da indústria de eletrônicos.

A LG, por exemplo, planeja vender quase meio milhão de aparelhos de TV em 3D, impulsionado pela Copa do Mundo - primeiro evento esportivo a ser filmado tridimensionalmente, confirmou a Fifa. Segundo a empresa, o plano é vender 400 mil TVs 3D em 2010 e 3,4 milhões em 2011.

A Acer, fabricante de computadores, lançou o que chama de primeiro laptop com capacidade 3D. A empresa criou o efeito incluindo um filtro polarizador sobre a tela. Ele divide as imagens em canais separados. Em combinação com um par de óculos polarizadores (incluídos no pacote para quem compra o laptop) o dispositivo permite que o usuário veja as imagens da tela em 3D.

Temos também um software chamado TriDef 3D, que acrescenta uma terceira dimensão a videogames, DVDs e vídeos - com diferentes graus de sucesso. Quem acompanha de perto o desenvolvimento dessa tecnologia é a Microsoft.

Agora é aguardar a disponibilização dessas peças que, provavelmente, não serão baratas.


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=10564

Campus Party apresenta os games que poderão vir por aí


Wii Spray, Space Invaders, Headbang Hero e DJ Hero são algumas possibilidades

A Campus Party trouxe muitas novidades para os gamers. Os fãs dos jogos eletrônicos puderam experimentar protótipos que ainda nem chegaram no mercado brasileiro. Veja o que tem de novo e o que ainda pode ser lançado por aqui!

Já pensou em fazer um street art dentro da sua casa? Calma, não precisa sujar paredes para extravasar a criatividade. Com o Wii Spray, o usuário pode brincar de grafitar a TV usando esse controle. A tecnologia é baseada no próprio Wii. Aqui dentro desse suporte em forma de lata de spray fica o controle do console. Os comandos são bem intuitivos, é só selecionar a cor e a espessura do traço e rabiscar por aí. Para funcionar, o Wii Spray não precisa do videogame, ele utiliza Flash como plataforma em um PC convencional. O game ainda é um protótipo sem previsão para chegar ao mercado.

“É fácil, tem até os barulhinhos sonoros do Spray, tranqüilo de utilizar”, atesta Edward Neto

E quem falou que videogame é coisa de sedentário? Com esses jogos aqui é impossível ficar parado. Este você já conhece. É o Space Invaders em versão aumentada e interativa. A função do jogador é a mesma: matar o os invasores. Mas agora é você mesmo quem atira contra o inimigo. Para acerta-los é preciso jogar as bolinhas contra a tela. Parece simples, mas a brincadeira pode cansar aqueles que estão acostumados com os comandos simples do Atari.

O Headbang Hero é um primo distante do famoso Guitar Hero. Neste protótipo, ao invés de tocar a música, você vai ganhar pontos por curtir ao máximo as faixas do game. O jogo consiste em “bater cabeça” como se você estivesse em um verdadeiro show. Os pontos são adquiridos de acordo com a intensidade e rapidez da sua movimentação. Para jogar, o usuário precisa vestir uma peruca que tem tecnologia Wi-Fi sensível ao movimento. Ao final, o jogador recebe um relatório com sua pontuação e com um gráfico mostrando os danos causados pelo headbanging.

“Eu teria o game em casa e só teria um problema; eu jogaria muito e acho que começaria a ter torcicolo”, brinca Daniel Vieira

A Campus Party também antecipou um game que já passou da fase de protótipo e logo logo está chegando às prateleiras: é o DJ Hero. Aqui o usuário pode brincar de scratches e tocar remixes de músicas consagradas. O sistema também é parecido com a versão feita para guitarras. O jogador precisa acertar o tempo certo das notas para garantir a maior pontuação. Para jogar, o DJ Hero dispensa controles convecionais e aposta em um equipamento próprio e bem diferente.

A feira já acabou, mas muitas idéias interessantes apareceram por aí. Agora é só esperar pra ver o que de fato pode deixar de ser projeto e chegar até as nossas casas.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=10563

Blu-ray: finalmente, popular?


2010 promete ser o ano em que a tecnologia ganhará espaço nas salas de estar

Um dos obstáculos para o Blu-ray começa a ser superado. Os preços já diminuíram bastante e, hoje, é possível comprar aparelhos por 500 reais. As mídias também estão mais acessíveis: um disco blu-ray com capacidade para 50 Gb custa, em média, 20 reais. E tem um outro detalhe: o disco blu-ray é ecologicamente correto e não utiliza materiais tóxicos em sua composição.

“Esse mesmo tipo de movimento de mercado nós notamos se compararmos históricamente com os DVDs. Houve toda aquele expectativa de uma nova mídia, questão de armazenamento, e o preço não baixava. E agora neste ano nós já notamos que você já pode comprar mídias, leitores e gravadores a preços bem reduzidos. Então acho que este é justamente o principal fator que vá fazer com que 2010 nós tenhamos uma disseminação um pouco maior da tecnologia blu-ray”, prevê o Diretor da faculdade de Computação e Informática do Mackenzie, Luciano Silva.

Um outro fator determinante para o desenvolvimento do mercado blu-ray tem a ver com a popularização das TVs de alta definição. Hoje, o público já percebe a diferença de qualidade nas imagens standard e HD, e quer esse upgrade não só nos canais, mas também em todo tipo de conteúdo exibido nas telas. Em ano de Copa do Mundo, o que mais veremos serão promoções de TVs LCD, LED e Plasma. Isso, é claro, soma pontos para o universo blu-ray. A indústria cinematográfica também promete fazer a sua parte, inundando o mercado com títulos em alta definição.

E vêm mais novidades para o formato. Engenheiros já desenvolvem, inclusive, a próxima geração desses discos. Em breve, imagens 3D poderão ser reproduzidas na tela de sua casa e isso vai demandar o armazenamento de uma quantidade ainda maior de dados.

“Nós esperamos para o fim do ano os primeiros experimentos em termos de mercado na área dos discos holográficos. Na verdade, são discos nos quais a informação não vai ser mais gravada de forma bidimensional, mas sim de forma tridimensional usando princípios holográficos, coerência com laser. Tipicamente, eles já vão ser lançados com uma capacidade de 500 gigabytes. Isso é mais ou menos o equivalente e você dizer que em uma mídia do tipo disco holográfico, que vai ser chamada de HVD, você vai conseguir armazenar 100 DVDs”, explica Luciano.

Na contramão de toda essa euforia, está a pirataria. Hoje, é fácil fazer o download de filmes em alta definição na web, e essa é uma realidade que não se pode ignorar. Mas, nem só de ilegalidade vive esse comércio. Nos Estados Unidos, por exemplo, as vendas do Blu-ray esbarram no download legal de filmes em alta definição. Para quem tem banda larga boa de verdade, baixar um filme em HD pode levar ao em torno de 10 minutos. Ou seja, é mais rápido do que pegar o carro e ir até a locadora mais próxima. O melhor é que você não precisa lembra de devolver o disco depois de assistir o filme. Ou seja: por incrível que pareça, o Blu-ray tem mais chances de se dar melhor em mercados como o nosso, que ainda não contam com banda larga de qualidade. Mas, enquanto as locadoras não se animarem a reforçar as prateleiras com títulos para locação, a nova tecnologia pode ter sua adoção atrasada.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=10522

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Película fina transforma qualquer tela em touchscreen

Fazer com que seu monitor se torne uma tela sensível ao toque vai ser muito simples em breve: a empresa portuguesa Displax desenvolveu uma película fina que é capaz de transformar telas de diversas tecnologias --incluindo e-Ink, OLED e LCD-- em touchscreen.

"É extremamente poderoso, preciso e versátil", diz Miguel Fonseca, diretor de negócios da Displax. "Você pode usar nosso filme com qualquer tela."

Divulgação/Displax
Empresa portuguesa Displax desenvolveu uma película fina, que é capaz de transformar telas
Empresa portuguesa Displax desenvolveu uma película fina, que é capaz de transformar telas em touchscreen

De acordo com o site da revista Wired, a tecnologia sensível ao toque se tornou uma forma como interagimos com nossos dispositivos e aparelhos. A tendência é que aparatos como o mouse, teclado e demais botões físicos sejam eliminados.

Os filmes da Displax variam entre 3 e 120 polegadas. Em uma superfície de 50 polegadas, a película detecta até 16 dedos. A capacidade de resposta táctil também é grande, afirma Fonseca. As vendas do filme devem começar em julho.

"Se a Displax pode fazer isso em telas maiores, realmente será uma das primeiras companhias a fazer o que chamamos de multitoque maciço", diz Daniel Wigdor, arquiteto de experiência do usuário na Microsoft, cujo enfoque de trabalho se concentra em computação gestual e multitoque.

"Se você observar a tecnologia existente em telas grandes, vai ver que eles usam uma câmera infravermelha que sente apenas dois a quatro pontos de contato. A Displax nos leva ao próximo passo", declarou.

As últimas tecnologias da Displax trabalham com superfícies opacas e transparentes. A película tem uma transparência de 98% (trata-se de uma medida da quantidade de luz refletida pela superfície). "É uma taxa de transmissão bastante decente", disse Wigdor.

Uma grade de nanofios é incorporada na película fina do filme de polímero, cuja espessura é de 100 microns, ou 100 milésimos de milímetro. Um dedo ou dois posicionados na tela causam um distúrbio elétrico.

O microcontrole analisa isto, e decodifica o local tocado na grade de nanofios. A película é acompanhada de driver e painel de controle para configuração.


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u688462.shtml