O aplicativo do navegador Skyfire é finalmente aprovado pela Apple e trará a plataforma Flash para o iOS
O navegador Skyfire, que estava em processo de aprovação desde o começo de setembro, foi finalmente aprovado pela Apple e poderá ser vendido na App Store.
A grande vantagem do Skyfire é trazer, mesmo que indiretamente, suporte para a plataforma Flash da Adobe, que é proibida em aparelhos da Apple com o iOS. A Adobe estima que 75% dos vídeos da internet hoje estejam codificados em flash.
Para driblar a proibição da Apple, os servidores do Skyfire baixam o vídeo que o usuário deseja assistir, decodificam e o transformam em HTML 5, uma plataforma que é aceita pelo iOS.
O aplicativo do navegador do Skyfire custará US$2.99, e poderá ser baixado a partir da próxima quinta-feira (04).
Pesquisa feita pela StatCounter indica que o navegador da Microsoft tem o reinado cada vez mais ameaçado no mundo dos browsers
Uma pesquisa realizada pela StarCounter em setembro desse ano apontou que o Internet Explorer não representa mais metade do mercado de browsers, caindo para menos dos 50% pela primeira vez desde que assumiu a liderança, em 1996. Hoje, o browser representa 49,87% desse mercado.
Em 2004, o Internet Explorer viu o auge de seu domínio e era usado por 95% das pessoas que acessavam a internet. O principal fator para a queda do navegador é o avanço de concorrentes, como o Mozilla Firefox e o Google Chrome.
O Firefox, segundo colocado no mercado de navegadores, manteve um crescimento estável, e é utilizado hoje por 31,5% dos internautas.
Segunda a pesquisa, o maior crescimento do mercado foi observado pelo Chrome, que pulou dos 3,69% em setembro de 2009 para quase 12% nesse ano. O navegador do Google também ultrapassou o Safari, browser da Apple, pela primeira vez em junho de 2010.
Controlar tudo à distância está cada vez mais comum. E, com a ajuda da internet, você pode controlar qualquer equipamento da sua casa – não importa onde você esteja.
A Internet começa a ensaiar passos para uma nova revolução. Hoje, todo computador que se conecta à rede recebe um número que o identifica – é o chamado número IP. Em breve, todos os aparelhos eletrônicos estarão conectados à Web – e cada um deles terá o seu IP – ou seja, o seu endereço. Isso é o que os técnicos estão chamando de "internet das coisas"...
As primeiras mudanças que a Internet das coisas vai trazer estão dentro de casa. Automatizar as residências vai ficar muito mais fácil.
Esta é uma das tecnologias aplicadas na automação de residências. Com ela, você pode enviarcomandos para diversos aparelhos com um único controle remoto. E, com a ajuda da internet, você pode controlar qualquer equipamento da sua casa – não importa onde você esteja.
"A gente tem várias opções: podemos controlar via telefone celular, computador, iPad, iPod... Praticamente, qualquer device que possua acesso à internet", afirma Pedro Braida, diretor de tecnologia da Z-Wave, empresa de automação doméstica.
Ou seja, se você estiver no trabalho e quiser saber o que está acontecendo na sua casa, é possível! O exemplo clássico é de câmeras que podem ser acompanhadas à distância. E esse tipo de automação não ajuda apenas na segurança. "A gente consegue ter uma economia entre 20 e 30% de energia na conta do fim do mês", completa Pedro.
Mas o grande problema de ter tudo conectado à internet é que os números de IP estão acabando. O IP é como se fosse a "identidade" digital de cada aparelho que tem capacidade de se conectar à web. E acredite se quiser, algumas previsões indicam que já no início de 2011 não vai mais haver identidades disponíveis!Para resolver o problema foi criado o protocolo iPV6 que vai substituir o atual IPV4. Com o novo método, milhões de novos endereços vão poder ser alocados para cada assinante de serviços de Banda Larga. Com isso, será possível associar um número práticamente infinito de dispositivos à rede.
Com taxas mais baixas em relação às convencionais, produtos custarão cerca de 20% menos
A partir de agora, clientes da bandeira Visa já podem fazer compras online em sites dos EUA e receber os produtos aqui no Brasil. Nesta quinta-feira, 30/09, a rede de cartões de crédito e débito anunciou uma parceria com a SkyBoX, fornecedora de soluções para comércio eletrônico internacional, a fim de facilitar as compras de produtos importados.
No primeiro ano de adesão à SkyBOX, os clientes ficam insentos de taxas, mas depois desse período será cobrado uma anuidade de US$ 48. O sistema calcula os impostos e o frete no momento da compra, que deve ser sempre à vista.
Para ter acesso ao serviço, os usuários do Visa devem fazer o registro no site da SkyBOXe criar uma caixa postal, correspondente a um endereço físico nos EUA. Depois disso, um e-mail com o número da caixa postal e senha será enviado ao cliente.
Além da possibilidade de fazer compras em diversas lojas online dos EUA, uma das vantagens do sistema é que com um endereço no país, os produtos ficam cerca de 20% mais baratos.