terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Crescimento do comércio eletrônico no Brasil fica abaixo do previsto no natal

Crise fez com que crescimento ficasse em 15%, com faturamento de R$ 1,25 bilhão. Previsão era de aumento de 25% nas vendas.

O comércio eletrônico brasileiro cresceu abaixo do esperado no Natal de 2008, informou nesta segunda-feira a e-bit, consultoria sobre e-commerce. Ente 15 de novembro e 23 de dezembro foram comercializados 1,25 bilhão de reais em produtos, uma evolução de 15% em relação ao mesmo período de 2007. A previsão, porém, era de crescimento de 25%, com faturamento na casa de 1,35 bilhão de reais.

Segundo a e-bit, a crise econômica foi responsável pelo crescimento abaixo do esperado - não só no comércio online mas em todo o setor varejista. Ainda assim, o crescimento do e-commerce foi bem superior ao registrado em shopping centers, que ficou em 3,5%, segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).

Um dos destaques positivos do estudo da e-bit é que os produtos da categoria “Saúde e Beleza” (perfumes, cremes, maquiagens, cosméticos e medicamentos em geral) ganharam mais espaço no carrinho de compra do consumidor brasileiro.

Para Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, os produtos negociados via web na época de Natal vêm sofrendo modificações nos últimos anos. As vendas de produtos eletrônicos e de informática aumentaram consideravelmente, disse ele, por meio de comunicado. “Há alguns anos, os líderes eram produtos mais baratos, como CDs e DVDs”, disse. Em 2008, os filmes e discos não ficaram nem entre os cinco primeiros no ranking de produtos mais vendidos.

Os produtos mais vendidos no período, segundo a consultoria, foram os das categorias “livros, revistas e jornais” (18%), “saúde e beleza” (13%), informática (9%), eletrônicos (7%) e “telefonia celular” (6%). O tíquete médio no período foi de 346 reais por compra.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/mercado/2008/12/30/crescimento-do-comercio-eletronico-fica-abaixo-do-previsto-no-natal/

Blockbuster abre locadora online no Brasil

por Daniela Moreira

Blockbuster estréia serviço de locação de filmes pela internet no Brasil / Divulgação
Blockbuster estréia serviço de locação de filmes pela internet no Brasil

A Blockbuster estreou seu serviço de locação de vídeos pela internet em quatro estados brasileiros: Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Minas Gerais.

Para ter acesso ao serviço, o cliente deve contratar um plano mensal. Por enquanto, estão disponíveis três planos. O pacote mais barato sai por R$ 49,90 e dá direito a solicitar três filmes por vez.


Fonte: http://info.abril.uol.com.br/aberto/infonews/122008/30122008-8.shl

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Casas Bahia investe em tempo real

por Carlos Eduardo Valim

Varejo executa 4 milhões de transações por hora e atende uma carteira de 30 milhões de clientes

A Casas Bahia se aproximou ao conceito que vem perseguindo há anos, de se tornar uma empresa em tempo real. Como base para ter todos os sistemas atualizados com as últimas informações de vendas realizadas e disponíveis para consultas por seus executivos, aumentou a velocidade do trânsito de informações entre todas as suas lojas com o seu centro tecnológico, onde estão unificados os dados consolidados. Também implementou programas de análise de negócios, que permitem acompanhar se os resultados estão dentro da meta em cada uma das 560 lojas, permitindo um grau de detalhamento por vendas de cada produto, por região, por unidade e até por cada vendedor.

E, às vésperas de lançar sua loja virtual, para vendas na internet - que está pronta e só recebe ajustes finos, aguardando apenas o momento mais estratégico para seu lançamento, segundo o diretor de tecnologia da informação das Casas Bahia, Frederico Wanderley -, a rede varejista realizou ambicioso projeto de etiquetas inteligentes (ver box ao lado).

"A Casas Bahia usa tecnologia não como despesa, mas como investimento. O que vale no nosso negócio é o pós-venda", afirma o executivo. "Fazemos 4 milhões de transações por hora e atendemos uma carteira de 30 milhões de clientes, sendo que 15 milhões de pessoas passam em nossas lojas mensalmente."

Utilizando a tecnologia WAAS (Wide Area Application Services) da Cisco Systems, equipamento que acelera o tráfego de dados pela rede corporativa, a Casas Bahia criou o maior projeto da América Latina e um dos três maiores do mundo realizado com o produto pela gigante americana de tecnologias de rede corporativa. A informação de cada venda registrada em qualquer ponto do País é imediatamente transmitida e se torna rapidamente disponível e atualizada nos sistemas de administração, que podem ser consultados de qualquer lugar.

Não há processamento local nas lojas da rede, nem mesmo os computadores pessoais possuem discos rígidos, e acessam dados remotamente. Todas as informações são centralizadas em banco de dados e processadas em servidores de grande porte, os mainframes, da IBM, na sede, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. No primeiro teste, em outubro de 2007, o tempo para a atualização de dados na central de atendimento telefônico, em Jundiaí (SP), passou de 20 segundos para 1 segundo.

Todas as madrugadas a empresa passava as informações da central para as lojas, atualizando as informações diárias, em um processo que, após a implementação da tecnologia, começou a ser feito em duas horas a menos e exigindo menos capacidade de banda. Atualmente 390 lojas já fazem parte do projeto, e, segundo Wanderley, todas estarão trafegando em maior velocidade até fevereiro de 2009. Durante o dia, há também um tráfego de dados, à medida que cada venda é registrada ou os atendentes requisitam uma informação.

O uso de WAAS permite melhores resultados em uma série de outros projetos e sistemas. O caminho da venda de um produto dispara uma série de processos automatizados e atualizações em diversos programas. Se a compra for feita por alguém que já foi cliente, o sistema traz seu histórico. O registro da venda vai para o banco de dados, da IBM, e para os sistemas com informações gerenciais. Automaticamente, ocorre a separação do produto do estoque e o software de entrega planeja o caminhão e dia em que será feito o frete.

Campo de testes

A Casas Bahia realizou durante o mês de dezembro um projeto pioneiro de etiquetas inteligentes, tecnologia conhecida pela sigla RFID (em inglês, para identificação de dados por radiofreqüência). Pela primeira vez, durante o feirão Supercasas Bahia, realizado no Anhembi, em São Paulo, a empresa testa essa tecnologia, que pode ser ampliada para as principais lojas da rede.

"Estamos utilizando etiquetas em cada produto, não em páletes", afirma o diretor de tecnologia, Frederico Wanderley, lembrando que muitas empresas começam projetos com a tecnologia em caixas, o que exige a aquisição de menos chips, diminuindo o custo do projeto-piloto.

Para baixar o preço, a empresa preferiu comprar as etiquetas nos Estados Unidos, onde existe maior demanda e, por isso, menor custo por unidade.

Por meio dos chips contidos nas etiquetas, os sistemas da empresa acompanham a saída de cada produto do estoque até a entrega na residência do cliente. Logo que uma venda é efetuada, o produto passa por um sensor, que "lê" sua saída e atualiza os sistemas. A aferição acontece quando ele é transportado ao caminhão que realizará a entrega e depois quando sai do veículo para as mãos do cliente. Isso cria um processo de controle mais confiável, e que inibe extravios e roubos de mercadoria.


Fonte: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=53883&utm_source=newsletter_20081229&utm_medium=email&utm_content=Casas%20Bahia%20investe%20em%20tempo%20real&utm_campaign=ITWebDirect&__akacao=114453&__akcnt=56d6c5ff&__akvkey=aa04

Consultoria faz projeções sobre a web em 2020

por InformationWeek EUA

A Pew Internet & American Life Projec sugere uma prevalência da tecnologia de reconhecimento de voz e interface touch no setor

No ano de 2020, negociação e manipulação vão fundir-se na internet, encorajando os consumidores a negociarem descontos. Copyright será coisa do passado e a realidade virtual permitirá uma fuga para o cyberspace. Essas são algumas das previsões do estudo "Future of the Internet III", realizado pela Pew Internet & American Life Project.

O que a empresa acredita não é algo muito claro. A internet em 2020 deve ter muito do ambiente web de hoje, cheio de potencial e de armadilhas. O estudo da Pew prevê que o dispositivo móvel será a principal ferramenta de conexão.

A pesquisa acredita em um mundo com pessoas e empresas mais transparentes, mas a natureza humana não muda. E não há surpresa nisso.

O levantamento antecipa o tempo onde o reconhecimento por voz e interfaces touch serão mais prevalentes. Isso não é um prognóstico inesperado. A Apple, com o iPhone e o iPod touch poderia realizar essa previsão através dos seus próprios dispositivos.

"Aqueles que trabalham para fortalecer a propriedade intelectual e o copyright, continuarão em guerra com aqueles que encontrarão uma forma de copiar e compartilhar conteúdo sem pagar", diz o estudo.

Sessenta por cento dos especialistas entrevistados não concordam que o controle de conteúdo através da tecnologia de proteção de copyright dominaria a internet em 2012. Mas a maioria vê uma redução na popularidade do sistema bloqueado do iPhone. Dado que os competidores da Apple resolveram copiar o modelo da iTunes App Store, não seria surpresa que os consumidores negociacem o uso livre como promessa de segurança do aparelho.

Vida em casa e no trabalho

O relatório da Pew espera continuidade na fusão entre a vida pessoal e profissional, além do mundo físico e virtual. Os pesquisados se mostraram divididos: 56% disseram estar otimistas em relação ao futuro, enquanto o restante se mostrou mais temeroso sobre a possibilidade de trabalhar o tempo todo. O estudo inclui opiniões de diversas pessoas sobre o que estar por vir. As observações trazem visões diferentes de futuro, daquelas observadas no filme Blade Runner, de 1982. "Nós viveremos em casas de vidro", disse Jeff Jarvis, professor da escola de jornalismo da Citi University of New York.

"Comportamentos agressivos prevalecerão em relação a civilidade, fraternidade e tolerância, como regra geral, apesar de da formação de grupos com esses valores", afirmou Alejandro Pisanty, diretor do serviço de informática da Universidade Nacional Autônoma do México. "As invasões de intimidade e privacidade devem continuar", completa.

"Em 2020, a internet será capaz de monitorar e manipular pessoas através das empresas e governo em uma escala nunca vista antes", afirmou o blogueiro Nicholas Carr. "A maioria das pessoas terão felicidade em negociar a privacidade - consciente ou inconscientemente - em troca de benefícios, como preços mais baixos", reforçou.


Fonte: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=53776&utm_source=newsletter_20081224&utm_medium=email&utm_content=Consultoria%20faz%20proje%C3%A7%C3%B5es%20sobre%20a%20web%20em%202020&utm_campaign=ITWebDirect

Laptops ultrapassam desk pela primeira vez

por InformationWeek EUA

Os impactos da crise econômica global não afetaram o desempenho da indústria de PC no terceiro trimestre do ano, que cresceu 15,4%

A indústria global de laptops ultrapassou a de desktops no terceiro trimestre, assumindo a liderança do mercado de PCs pela primeira vez. A constatação é da empresa de pesquisas iSuppli.

As vendas de laptops cresceram 40% no terceiro trimestre de 2008 em comparação ao mesmo período do ano passado, atingindo 38,6 milhões de unidades. Já a indústria de desk teve queda de 1,3%, ficando com 38,5 milhões de unidades.

Essa virada já era esperada, já que a indústria de notebook vinha crescendo na base de dois dígitos em algumas ocasiões, enquanto a de desk registrava desempenhos mais tímidos.

"Isso configura em um evento no mercado de PC, porque marca o início da era do notebook", afirmou Matthew Wilkins, analista da iSuppli. "O laptop já não é apenas uma ferramenta para o mercado corporativo, ele é agora o computador de todos", completou.

Apesar de, na escala global, haver impactos da crise econômica no terceiro trimestre, essa onda negativa ainda não foi sentida no mercado mundial de PC, que registrou um crescimento de 15,4%, chegando a 79 milhões de unidades. A consultoria trabalhava com uma margem de crescimento de 12%.

O ranking das cinco maiores empresas não sofreu alterações, ficando com a HP na liderança, seguida por Dell, Acer, Lenovo e Toshiba.


Fonte: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=53873&utm_source=newsletter_20081224&utm_medium=email&utm_content=Laptops%20ultrapassam%20desk%20pela%20primeira%20vez&utm_campaign=ITWebDirect&__akacao=114211&__akcnt=56d6c5ff&__akvkey=e22b

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Modem 4G chega ao mercado

A empresa de telecomunicações Sprint aposta alto na tecnologia WiMAX e anuncia o lançamento do primeiro modem que trabalha tanto na banda 3G mundial, quanto na banda 4G, disponível na rede WiMAX e ainda em estágio conceitual.

Se for utilizado no primeiro caso, o modem poderá ser conectado à porta USB do computador, enquanto na segunda opção ele poderá oferecer velocidades de download de até 4 megabits por segundo.

O dispositivo estará nas lojas dos EUA a partir de 21 de dezembro e deverá custar US$ 149,99, com um contrato de fidelidade por dois anos. Por enquanto, a rede WiMAX está disponível apenas em Baltimore, EUA.


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=7107

Telefone fixo com acesso à web e banda larga

A Telefônica pretende disponibilizar para todo o mercado brasileiro, até o fim do primeiro trimestre de 2009, um aparelho de telefone residencial com tela sensível ao toque e conexão à Internet por meio de banda larga.

Provisoriamente batizado de Orby, o telefone permitirá o acesso, por meio de teclas, a serviços de notícias, guia de restaurantes, cinema, previsão do tempo, entre outros, além de funcionar como telefone fixo.

Conteúdos do Terra, Estadão, Veja São Paulo, Flickr e YouTube, entre outros, estarão disponíveis. O aparelho também poderá ser usado para fazer chamadas VoIP e ouvir rádio, além de outras atividades.

Em uma primeira fase, de testes, 100 unidades estão disponíveis aos interessados por R$ 1,6 mil. Por enquanto, eles serão vendidos apenas na cidade de São Paulo e, para comprá-lo, o interessado deve entrar no hotsite criado especialmente para o lançamento do produto. Lá, será disponibilizada uma senha que possibilitará a entrada na sala onde o aparelho será apresentado e comercializado por R$ 1.599.

De acordo com o presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, o novo aparelho faz parte do projeto da empresa de Lar Digital. "Queremos trazer aos usuários serviços e dispositivos que integrem e facilitem o uso de diversos aparelhos eletrônicos e de informática de uma residência", disse Valente

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=7108

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Em tempos de crise, indústria aposta em fanáticos por games

por Associated Press, em Nova York

Eles estão na linha de frente, nas lojas, sempre esperando pelo lançamento de novos games. Quando voltam para casa depois de um longo dia, eles se postam em frente à TV não para assistir à programação, mas para jogar. É nesse tipo de público que a indústria de games aposta para se manter em alta, especialmente em tempos de crise econômica.

São os "core gamers" (maníacos por jogos). Pessoas como Greg Wilcox, que escreve sobre videogames e comprou por volta de cem somente neste ano, e Mark Hengst, que joga diariamente e diz que jogos são "uma forma interativa de escapismo".

Cristiana Castello Branco/Folha Imagem
Os "core gamers" são fundamentais para a indústria de jogos; estima-se que compram mais da metade de títulos do mercado
Os "core gamers" são fundamentais para a indústria de
jogos; estima-se que eles compram mais da metade de títulos do mercado

"Eu gosto do espaço e da dimensão deles", disse Du Frane, 28, estudante da Universidade do Arizona. "Um filme tem apenas duas horas. Um game é mais como um livro ou uma série de TV, em que você dá a continuidade da história."

Para a indústria dos games, os "core gamers" têm se mostrado essenciais. Esse tipo de consumidor leva a indústria a uma chance maior de sucesso do que outros negócios, que atualmente sofrem com a vulnerabilidade da crise econômica.

"Eles continuarão comprando jogos", disse um analista de videogames da IDC.

Michael Pachter, um analista da Wedbush Morgan, estima que os "core gamers" comprem quase a metade de todos os games. "Eles podem ser ricos ou pobres, mas eles não estão na parte que está em recessão", disse. "Pessoas sempre vão comprar games."

Americanos estão gastando mais dinheiro com games --foram US$ 3 bilhões em novembro, de acordo com o Grupo NPD. Isso representa 10% a mais do que o mesmo período no ano passado. Em 2007, as pessoas gastaram US$ 18 bilhões com jogos, consoles e acessórios. A NPD espera que o valor aumente para US$ 22 bilhões em 2009.


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u481288.shtml

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Como será a internet em 2020?

por Daniela Moreira

O celular será o principal meio de acesso à web e as interfaces de voz e toque serão mais usadas em 2020, indica um estudo do Pew Internet & American Life Project.

O instituto ouviu as previsões de visionários da internet, ativistas e analistas sobre o desenvolvimento tecnológico em 2020.

Os especialistas acreditam que as pessoas e organizações serão mais transparentes, mas isso não vai significar mais integridade ou tolerância social.

O estudo prevê ainda que a divisão entre mundo real e virtual será menos definida e isso terá impacto nas relações sociais.

Os defensores da propriedade intelectual continuarão na luta contra a cópia de conteúdo, mas os hackers continuarão a encontrar formas de copiar e compartilhar conteúdos sem pagar direitos autorais, prevêem os visionários.

Esses são apenas alguns destaques da pesquisa, que foi feita com um total de 1.196 participantes, pela internet. O material levantando foi consolidado no relatório "Future of the Internet III", disponível para consulta na web.


Fonte: http://info.abril.uol.com.br/aberto/infonews/122008/15122008-13.shl

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Vendas de games crescem 10% em novembro

NOVA YORK - Os americanos podem estar gastando menos do que o previsto em presentes de natal, mas ainda compram muitos videogames.

Em novembro, de acordo com o NPD Group, o mercado de games dos EUA movimentou quase 3 bilhões de dólares.

As vendas de consoles, acessórios para jogos e programas geraram receita de 2,91 bilhões de dólares, valor 10% maior do que o do mesmo período do ano passado, ajudadas pelo sucesso do Wii, da Nintendo, do Xbox 360, da Microsoft, e do game “Gear of War 2.”

Segundo a analista do NPD Group, Anita Frazier, a imensa variedade de jogos disponíveis é uma das razões para a estabilidade desse setor.

Para Frazier, a indústria de videogames cetamente conseguirá faturar os 22 bilhões de dólares previstos para este ano.

As vendas de hardwares sozinhas também registraram crescimento de 10% e lucro de 1, 21 bilhão de dólares.


Fonte: http://info.abril.uol.com.br/aberto/infonews/122008/12122008-9.shl

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Caixa de som muda de cor de acordo com humor de seu dono

por João Brunelli Moreno

Todo branco quando desligado, o iH15W, da iHome Audio, é um dock compatível com todos os modelos de iPod que muda de cor de acordo com o ritmo da música ou o humor de seu proprietário. Com duas caixas de som e um subwoofer integrado, é iluminado por LEDs e suas cores podem ser selecionadas ou deixadas num modo randômico, que promete animar festinhas ou reuniões com amigos.


Fonte: http://uoltecnologia.blog.uol.com.br/arch2008-12-07_2008-12-13.html#2008_12-09_14_16_04-133915325-0

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Tela 3D já está disponível por 599 dólares

Por Daniel Serrano

A empresa Californiana iZ3D está colocando para venda online em seu site um monitor com capacidade para reprodução imagens em 2 e 3 Dimensões. Acompanhado por 3 óculos estilosos (ver foto) com lentes polarizadas, o produto, de 22 polegadas está sendo comercializado por US$ 599,00.

Segundo a empresa, por alguns dólares a mais você poderá solicitar um acabamento com pintura personalizada.

Mais de 50 jogos no mercado já dispõe da tecnologia 3D, entre eles os mais vendidos como o Beowulf, Call of Duty 2 e 4, alguns títulos da série Need for speed e Warcraft III.

Agora é só esperar para que o consumidor brasileiro tenha acesso à tecnologia. Por enquanto, a venda do monitor está restrita aos Estados Unidos.


Fonte: http://planetech.uol.com.br/?p=3220

TV LED: modelo com 180” e tecnologia 3D

Por Ricardo Marques

Se até pouco tempo a disputa entre os fabricantes era para ver quem produzia o maior televisor de plasma ou LCD do mundo, essa briga agora tem tudo para tomar outro rumo. É que o assunto do momento entre os fabricantes parece estar focado em dois temas: telas de LED e tecnologia 3D. Pois a NewSight saiu na frente e uniu as duas características num aparelho realmente gigante. Trata-se de um televisor de 180”, com tecnologia de LED, e que é capaz de reproduzir imagens em três dimensões. Com quase 3,5 metros de largura, a empresa ainda não definiu o seu preço final, mas admite que esse dependerá do número de pedidos que receberá nos próximos meses.

Ainda segundo a NewSight, o aparelho permite a combinação de quatro displays, criando um telão 3D com incríveis 360 polegadas. O fabricante afirma que o processo para a criação do display é semelhante ao utilizado atualmente pelas empresas que desenvolvem telas LCD com características tridimensionais. Eles ainda recomendam uma distância de aproximadamente 5m da tela para que se tenha uma visão mais confortável.

Fonte: http://planetech.uol.com.br/?p=3211

Alugue na Internet sua solução para sair da crise

FRANKFURT (Reuters) - Não deixe que aquela bolsa Prada, a câmera fotográfica ou o par de patins que você nunca usa acumule poeira no seu armário. Coloque-os para fazer dinheiro no mercado de aluguéis.

O número de lojas de marcas online para o aluguel dos mais diversos itens, que vão desde carrinhos de bebê a escavadoras, tem vislumbrado um boom de crescimento à medida que a crise de crédito atinge consumidores e companhias.

Gary Cige, 28 anos e co-fundador do site Zilok (uk.zilok.com), diz que as pessoas estão alugando cada vez mais seus itens pessoais para conseguir um pouco de dinheiro extra.

Um membro do site que reside em Paris alugou suas lentes para câmera fotográfica várias vezes, ganhando cerca de 800 euros (1.025 dólares) em 9 meses. Outro membro conseguiu em torno de 600 euros em 3 ou 4 meses ao alugar câmera, patins e um videogame.

Cige diz que o site tem crescido cerca de 25 por cento ao mês desde que foi fundado há um ano, e ele acredita que a crise de crédito deve impulsionar tal crescimento.

"As pessoas têm dificuldades de fazer com que as contas fechem no final do mês e estão tentando encontrar formas de economizar e ganhar um dinheiro extra", disse ele.

Itens disponíveis para aluguel no Zilok incluem roupas para animais, uma máquina de algodão-doce e um castelo inflável.

Zilok, que ensinou macroeconomia em nível universitário, acredita que o sucesso de mercados de aluguel no meio eletrônico é um sintoma de uma mudança geral da sociedade em direção a uma maior valorização da utilidade em detrimento da valorização da propriedade.

Outros exemplos dessa mudança é o esquema "velib" de aluguel de bicicletas lançado em Paris, e as redes de compartilhamento de veículos que agora surgiram em algumas regiões do mundo.

Mas, enquanto companhias de aluguel de bolsas existem como um serviço de nicho nos Estados Unidos há vários anos, mercados de aluguel online buscam fazer com que esse serviço se torne popular e universal.

"As pessoas dizem -- 'Eu poderia comprar uma bolsa Prada por esta quantia, mas eu prefiro alugá-la, e também sair com uma limusine, um conversível e algumas outras coisas'", disse Chris Moeller, fundador do mercado de aluguel online Erento (www.erento.co.uk).

Bolsas Prada podem ser alugadas no Erento por 10 libras (15,44 dólares) por semana e uma limusine pode custar 120 libras por hora.


Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/reuters/2008/12/05/ult3949u4988.jhtm

Autopromoção no trabalho: 8 dicas para pessoas tímidas

Se você pretende ascender em sua carreira profissional, é preciso divulgar seu trabalho. Veja como fazê-lo sem ser chato

Ao menos que você seja um narcisista, a autopromoção não é um comportamento instintivo. De fato, promover seu trabalho e você pode parecer estranho, como se você estivesse se vendendo.

A autopromoção pode ser particularmente difícil para profissionais de TI porque a maioria foi educada em sistemas nos quais o trabalho deveria falar por eles, de forma que estariam livres dessa tarefa, diz Jim Anderson, consultor de TI. Para um profissional dessa área, divulgar o seu trabalho é como colocar os sapatos trocados, acrescenta Curt Rosengren, um coach de carreira que trabalhou na indústria de TI.

Mas a autopromoção é essencial, segundo Peggy Klaus, um especialista em comunicaão e liderança que escreveu um livro sobre o assunto (chamado, em inglês, Brag! The Art of Tooting Your Own Without Blowing It.)

“Você precisa fazer com que as pessoas saibam o que está fazendo, o sucesso dos projetos, os obstáculos que superou, para que seja lembrado como uma pessoa importante”.

O autor tem um bom argumento: Precisamos contar aos chefes que estamos trabalhando e o que já fizemos. Isso é a autopromoção em sua forma mais básica, e não tem nada a ver com ser chato, mas com fatos. E não devemos nos sentir mal por divulgar fatos.

“Os chefes não são videntes”, diz Klaus. “Eles me dizem com freqüência: tenho 70 pessoas para controlar. Não sei o que cada um está fazendo. Precisam me contar”.

Precisa de ajuda para aprender como fazer isso? Essas oito técnicas vão ajudá-lo a promover a si mesmo no escritório sem que pareça esnobe. Não é necessário implementar todas. Mesmo se selecionar algumas mais adequadas ao seu ambiente de trabalho será um ótimo começo.

1-    Aproveite as oportunidades
Quantas vezes seu chefe pergunta "como andam as coisas?" As chances, diz Klaus, de você ter respondido “normal, nada de novo”, são altas.

“Geralmente, os profissionais estão pouco preparados para responder a essa pergunta e acabam perdendo uma boa oportunidade com o chefe”, diz ela.

Ao invés disso, Klaus recomenda aproveitar a oportunidade para dizer que tudo anda muito bem e falar sobre o progresso de seu último projeto ou da conquista de uma meta.

Revisão de desempenho é uma oportunidade de ouro para a autopromoção. Se você se sente pouco confortável em momentos para um "tapinha nas costas", que esse seja durante a revisão de desempenho. Vá preparado com uma lista de metas atingidas, projetos concluídos, desafios superados e feedbacks de alguns pares. Se perder essa chance para se autopromover, provavelmente não merece um aumento ou uma promoção.

2-    Ajude outros enquanto se promove
Essa é uma boa forma de realizar a tarefa facilmente e fazer com que seu chefe saiba que cumpriu os prazos. Ainda mais eficiente que isso é dizer ao seu chefe – e aos seus pares – que está disponível para ajudar quem estiver precisando, diz Jim Anderson, o consultor de TI. Essa técnica é boa porque aproxima pessoas e demonstra seu valor para o chefe.

Da mesma forma, se você tem uma habilidade ou talentos específicos e pretende que as pessoas saibam, as ofereça aos colegas, diz Anderson. Por exemplo, se é bom em Power Point e sabe que alguém precisa fazer uma apresentação, se ofereça para olhar os slides e incluir recursos. A pessoa será grata e tenderá a recomendá-lo a outras.

3-    Fale com energia
O problema com a autopromoção está, muitas vezes, no fato das pessoas não gostarem de falar sobre si mesmas, ainda mais se for de forma positiva. Para resolver essa questão, é bom pensar na autopromoção como o momento para falar sobre seu trabalho e não sobre você. E se você é um entusiasta sobre seu trabalho, a autopromoção se torna muito mais fácil, nota Curt Rosengren, coach de carreira.
“Se estiver falando sobre determinada tecnologia ou projeto sobre os quais está apaixonado, a autopromoção se torna um subproduto”, diz ele. A paixão é infecciosa, nota Klaus. "As pessoas são presas por ela. Respondem a ela, e se lembram".

4-    Conte uma história
A autopromoção pode facilmente passar por alguns “eu”: eu lidero um time global de 5 mil profissionais. Eu consolidei cinco data centers em um. Recebi um MBA de Harvard. É o modelo Hilary Clinton de autopromoção. Mas também é um pouco cansativo.

Uma abordagem melhor: crie uma narrativa, diz Klaus. Por exemplo, se resolveu o problema de uma implementação falha de software, você poderia resumir em algumas sentenças porque o projeto estava falhando e o que precisava ser feito para que tudo fosse arrumado.

5-    Busque dicas em sua audiência
Os especialistas em liderança dizem que a maneira como você promove seu trabalho deveria ser um espelho do estilo de sua audiência – não importa quem você está tentando impressionar. Por exemplo, diz Russ Edelman, autor de The Nice Guys Can Get the Corner Office (Portfólio 2008), se o seu chefe é um líder carismático, seu esforços de autopromoção devem combinar com sua energia e dinamismo. Se você age de forma submissa, pode não alcançar seu objetivo.

Da mesma forma, cuidado com situações em que seria inapropriado discutir seus feitos. Por exemplo, Diz Klauss, se ganhou uma promoção no mesmo dia em que uma demissão foi anunciada na sua corporação, é melhor esperar um ou mais dias para contar para as pessoas do escritório.

6-    Faça alarde sobre os outros
Se estiver desconfortável em se autopromover, pode tentar dizer coisas boas sobre pessoas talentosas e esperar que a energia positiva volte pra você. Mas, sutilmente se promover enquanto aplaude outros é mais eficiente.

Mesmo que você faça isso pelos outros, não é certo que as pessoas façam o mesmo por você, diz Klaus. As pessoas não estão pensando em como ajudar os outros, mas em si mesmas.

É por isso que deveria tentar a técnica do Jim Anderson. Ele fala para usar o bom trabalho das outras pessoas para lembrar outras do seu. Por exemplo,  mostre como o bom trabalho de alguém lhe permitiu fazer um ótimo trabalho.

“Não diga, ‘ela fez um bom trabalho, e eu fiz um ótimo’, diz Anderson. Diga: ela tornou as coisas mais fáceis pra mim.

7-    Recolha uma série de bons feedbacks
Se você conseguir um e-mail de um colega de trabalho ou cliente o cumprimentando pelo bom trabalho, encaminhe para o seu chefe. Anderson recomenda acrescentar um comentário no e-mail encaminhado para que seu chefe se sinta impelido a responder, tal como, ‘eu acho que isso é algo que poderíamos discutir. Conorda?’ ou ‘Outro cliente satisfeito, você não acha?’

Não mande um e-mail sem acrescentar nada. “Se for algo para ler e apagar, não ficará na memória. Se o fizer ler, pensar e responder, tem alguma chance”.

8-    Crie um benchmark para si mesmo
Outra forma efetiva de expressar seu valor é comparando metas com outros que estão fazendo algo similar, seja dentro ou fora da sua organização, diz o autor de Nice Guys, Russ Edelman. Sem dar nomes, compare o trabalho que você faz em uma semana ou mês com o dos seus pares. Dessa forma, você mostra como é bom, pelo contraste entre você e os demais.

Essa forma de abordagem torna a coisa mais objetiva e isso é algo com que os profissionais de TI se sentem mais confortáveis. 

Fonte: http://cio.uol.com.br/gestao/2008/12/04/auto-promocao-no-trabalho-8-dicas-para-pessoas-timidas/

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Brasileiros querem interatividade na TV

Por Eduardo Bonjoch

A Philips divulgou hoje os resultados de uma pesquisa sobre o mercado de telas finas no País. O trabalho foi dividido em duas partes. Na primeira, foram entrevistados 400 consumidores (entre homens e mulheres) das classes A e B, com idades entre 25 e 45 anos e que vivem em São Paulo e no Rio de Janeiro. 19% dos entrevistados já possuem um TV de tela fina (plasma ou LCD). Por outro lado, 45% dos consumidores têm a intenção de adquirir um TV Flat nos próximos seis meses, sendo que 98% entram agora para a categoria, já que se preparam para adquirir seu primeiro modelo desse tipo. Os sistemas de home theater ficaram em segundo lugar na lista de intenções de compra de eletrônicos, com 24%. Notebooks e celulares, por exemplo, ficaram de fora desse estudo.

A segunda parte da pesquisa se propôs a listar o que o brasileiro espera da TV no futuro. Para isso, foram entrevistados 20 consumidores da classe A (lembrem-se que as novidades tecnológicas chegam primeiro aos mais privilegiados) com idade entre 20 e 40 anos e que residem em São Paulo. Aqui, ficou claro que os consumidores querem mais interatividade. “O público cansou de se comportar de maneira passiva diante do TV”, disse Gabriel Aleixo, do setor de Inteligência de Mercado da Philips. “Ele quer controlar o aparelho através de sensores que detectem movimentos e comandos de voz.” O acesso à internet e a possibilidade de se relacionar com as pessoas por meio do televisor, assim como nos computadores, também foram destacados pelos consumidores. Mas é claro que o design também pesa e ele também apareceu na pesquisa.

Bem, pelo que a Philips apurou, os brasileiros querem que o Ginga traga a tal interatividade para a TV digital o quanto antes. Mas não só isso: querem que o televisor assuma o papel de central de entretenimento da casa. Basta saber, agora, quando o sonho se tornará realidade!


Fonte: http://planetech.uol.com.br/?p=3148

Google lança sistema operacional Cloud

Por: Redação Adnews

Depois do Chrome, o Google está lançando o sistema operacional Cloud. Anunciado ontem na última segunda-feira, na Netbook World Summit, em Paris, o sistema será vendido com o netbook Gigabyte.

A princípio, o Cloud será apenas uma opção para os usuários que poderão utilizar também o Windows comum.

Com interface semelhante à do Mac OS/X, o sistema para computação em nuvem utiliza o Chrome e integra serviços como Skype, YouTube e outros aplicativos do Google.


Fonte: http://imasters.uol.com.br/noticia/10902/mercado/google_lanca_sistema_operacional_cloud/

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Pionner apresenta Blu-ray de 400 GB com 16 camadas

Por Bruno do Amaral



A Pionner apresentou nesta segunda-feira (1) a super-mídia dos sonhos de qualquer aficcionado por tecnologia e vídeos de alta definição: um disco Blu-ray de 400 GB. A capacidade extrema se deve às 16 (!) camadas de gravação, permitindo muito mais armazenamento. E o melhor: a empresa afirma que ele é compatível com os aparelhos de raio azul atuais.


Atualmente, o disco de 400 GB está marcado para entrar em produção em algum momento entre agora e 2010, por mais vago que isso possa parecer. Versões regraváveis não irão chegar antes de 2010 e 2012, de acordo com o blog Engadget.

Mas, se você acha pouco e tem um pouco mais de paciência, um novo disco de 1 TB deverá ser lançado em 2013. Um disco normal de Blu-ray tem capacidade de 25 GB, enquanto o de camada dupla pode chegar até 50 GB.


Fonte: http://pcmag.uol.com.br/conteudo.php?id=660

Pesquisa revela que 45% das lojas online fecham em um ano

São Paulo - Segundo a camara-e.net, são criados 8 mil sites de vendas todos os anos, mas quase metade não sobrevive aos primeiros 12 meses.

Acesso a um número muito maior de clientes, possibilidade de venda 24 horas por dia, menores despesas que uma loja tradicional... São muitos os atrativos de um negócio online. Porém, ter sucesso no mundo digital não é tão simples assim. “Quarenta e cinco porcento das lojas virtuais fecham suas portas no primeiro ano de atividade”, afirma Gerson Rolim, diretor executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, a camara-e.net.

Segundo o executivo, cerca de 8 mil lojas online são criadas todos os anos, sendo que 3.600 delas não terminam os primeiros doze meses em atividade. Atualmente, há cerca de 16 mil varejistas online no Brasil. “Em muitos casos falta o planejamento básico”, destaca Sandra R. Tuchi, superintendente de marketing da Associação Comercial de São Paulo.

Na verdade, não basta ter uma página na web. “Para começar, se você não usar as ferramentas da internet, como links patrocinados, por exemplo, ninguém bate na sua porta”, destaca Rolim. “Além disso, é preciso ter um bom preço, pois na internet é muito fácil comparar valores, oferecer parcelamento e ter uma boa logística – cumprir prazos é fundamental”, completa.

Outro ponto importante apontado pelo executivo da camara-e.net para que um pequeno negócio online consiga sobreviver é buscar áreas pouco exploradas. “Quase 80% do faturamento do varejo online é gerado pelas 16 maiores lojas. Para um negócio sobreviver na disputa com esses gigantes, é preciso investir na segmentação, buscar um nicho”, explica.

Com objetivo de incentivar a adoção do comércio eletrônico por empresas de pequeno porte, a camara-e.net e Associação Comercial de São Paulo fecharam um acordo de colaboração na semana passada. A iniciativa resultará na realização de eventos conjuntos e no desenvolvimento de projetos como a criação de um selo de qualidade para lojas virtuais.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/12/01/pesquisa-revela-que-45-das-lojas-online-fecham-em-um-ano/

Firefox ultrapassa 20% de mercado entre os navegadores

No mês de novembro, o Firefox ultrapassou, pela primeira vez, a marca de 20% de participação no mercado de navegadores. De acordo com os números da NetApplications, o browser da Mozilla teve 20,78% no período. Enquanto isso, o Internet Explorer manteve a tendência de queda e ficou com 69,77% de market share. Em terceiro lugar aparece o Safari, da Apple, com 7,13%.

O CEO da Mozilla comemorou o bom desempenho dizendo que “a internet aberta está mais vibrante do que nunca” e que o feito seria considerado impossível há alguns anos.

De acordo com análise da NetApplications, o aumento na participação do Firefox durante o mês passado deve-se, principalmente, ao maior número de feriados nos Estados Unidos. Isso porque o browser da Mozilla tem mais presença na navegação doméstica que no uso de internet corporativo. Mesmo assim, a empresa de pesquisas prevê continuidade no crescimento do Firefox no mês de dezembro.

Enquanto isso, o tão falado navegador do Google, o Chrome, lançado no início de setembro, continua com tímida participação no mercado. Os números do estudo apontam para 0,83% de market share. Atrás dele estão o Opera (0,71%) e o Netscape (0,53%).

Fonte: http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=12187

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

5 inovações que vão mudar a vida das pessoas em 5 anos, segundo a IBM

Por Network World/EUA

De acordo com a empresa, tecnologias como energia solar em todos os lugares e análises de DNA se tornarão comuns nos próximos 5 anos.

O estudo publicado pela IBM 'Next Five in Five' é baseado em tendências sociais e de mercado que devem transformar as vidas das pessoas.

Na atual edição, a companhia aponta maior uso da energia solar, uma "bola de cristal" médica, assistentes virtuais de compra. Essas são algumas das tecnologias que devem se tornar comuns nos próximos cinco anos.

Vale ressaltar que boa parte das tecnologias é pesquisada diretamente pela IBM em seus laboratórios. Ou seja: essa lista pode ter mais a ver com tecnologias que a empresa gostaria que se tornassem padrão nos próximos anos, do que com as inovações que, de fato, farão parte do cotidiano das pessoas. Veja a lista com as previsões abaixo.

1. Energia Solar
Graças a um novo tipo de filme, painéis capazes de transformar raios solares em energia elétrica estarão presentes nas calçadas, muros, garagens, janelas e telhados. Esses filmes terão um custo reduzido e serão finos o suficientes para serem aplicados em qualquer superfície. "Até agora, os materiais usados para produzir painéis solares eram muito caros", disse a IBM. "Essas novas células solares podem ser 'impressas' e aplicadas em qualquer lugar."

2. Bola de cristal para a saúde
As pessoas terão uma espécie de "bola de cristal", que irá monitorar a saúde de seus donos. Essas bolas, na verdade, serão análises de DNA que podem indicar riscos de saúde e o potencial surgimento de doenças genéticas e/ou hereditárias. Segundo a IBM, essas análises custarão cerca de 200 dólares e devem ser acessíveis a uma boa parte da população. A parte boa é que as análises também revelarão sobre as doenças que estamos livres, permitindo que as pessoas, por exemplo, comam carne vermelha sem culpa.

3. Internet "falante"
Em vez de você digitar uma palavra no Google, você vai conversar com o Google (algo semelhante já está disponível para os usuários do iPhone). "Logo usaremos apenas a voz para surfar pela web", disse a companhia. A tecnologia será muito útil para pessoas com deficiências de visão ou de movimentos e também pode ser muito empregada em países como a Índia, onde há uma ênfase maior no idioma oral. Além de pesquisar na web, a IBM imagina que será possível responder e-mails e enviar mensagens instantâneas.

4. Assistente de compras digital
Em vez de perguntar para a namorada (ou namorado) se a calça nova vestiu bem e com qual outra roupa ela combina, as pessoas terão a ajuda de assistentes virtuais. Eles recomendarão acessórios e outras peças, como camisas ou camiseta, que poderão ser escolhidos em um menu. Os vendedores serão notificadas instantaneamente e trarão as peças escolhidas.

5. Lembretes automáticos
Esquecer de comprar o pão antes de chegar em casa vai ser coisa do passado. Segundo a IBM, uma tecnologia vai gravar e analisar suas conversas e depois o lembrará das tarefas automaticamente, graças ao GPS dos telefones celulares e câmeras e microfones que estarão espalhados por todos os lugares. Por exemplo, durante uma consulta, o médico recomenda que você não beba álcool por um mês. Ao entrar em um bar, o celular vai disparar mensagens avisando que você contrariou a recomendação médica. Divertido, não?

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/infra_estrutura/2008/11/28/5-inovacoes-que-vao-mudar-a-vida-das-pessoas-em-5-anos-segundo-a-ibm/

A primeira página da história da Internet

por João Brunelli Moreno


 

Primeiro servidor da Web: se fosse desligado, toda Internet caía (Clique para ver maior)

 

Existem sites em que você pode ser notícias, outros que é possível encontrar seus amigos, fazer compras, assistir vídeos e muito mais, mas onde tudo isso começou?

 

Desde a década de 70, universidades e orgãos governamentais dos EUA e Europa desenvolviam sistemas de comunicação eletrônica em redes privadas, usadas por professores e cientistas.

 

Apenas no começo da década de 90 que surgiu o primeiro servidor de uma rede mundial, chamada em inglês de World Wide Web (é isso que significa aquele "www" que vai na frente de vários endereços que você acessa ). A máquina que deu origem à rede era um computador NeXT, com um selo escrito "Esta máquina é um servidor, não a desligue" colada em seu gabinete.

 

A primeira página da internet dizia: "A WordWideWeb (W3), é um grande espaço de informação interativa que se propõe a oferecer acesso universal a um grande universo de documentos." Mal imaginavam eles como a rede ficaria tão grande em menos de 20 anos.

 

Confira aqui uma cópia da primeira página da Internet (em inglês)

 

Duas curiosidades: A máquina ficava na Organização Européia de Pesquisa Nuclear, o CERN, que voltou a ser falada nos últimos tempos por causa de seu grande colisor de hádrons, o LHC.

 

Os computadores NeXT  eram fabricados por uma empresa que Steve Jobs abriu depois de ser demitido da Apple, da qual era fundador e que voltou a comandar em 1997.


Fonte: http://uoltecnologia.blog.uol.com.br/arch2008-11-23_2008-11-29.html#2008_11-28_11_58_05-133915325-26

LG terá TV 3D em 2009

Por Daniel Serrano


A LG já tem tudo pronto para o lançamento de um modelo de TV 3D em 2009. A afirmação é do vice-presidente do laboratório de desenvolvimento da empresa, Choon lee que deixou “escapar” em uma entrevista que a empresa estaria em um ou dois mercados, em 2009 com modelos de TV 3D. O Executivo não disse em quais países a empresa lançaria os televisores, mas torna-se quase óbvio que devem ser Estados Unidos e Japão, ou até na própria casa da LG, na Coréia. Nenhum detalhe foi dado sobre as características do televisor ou da tecnologia utilizada para a exibição em 3 dimensões.


Fonte: http://planetech.uol.com.br/?p=3109

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Samsung cria tela touchscreen de 82 polegadas

São Paulo, 28 de novembro de 2008 – Depois de praticamente dominar o mercado de smartphones, as telas sensíveis ao toque parecem ter chegado de vez aos monitores. Na Coréia do Sul, a Samsung apresentou cinco novos modelos desse tipo. O maior deles tem nada menos do que 82 polegadas.

Os displays LCD, que fazem parte da linha TS, estarão disponíveis também em versões com 32, 40, 46 e 70 polegadas. Os produtos devem funcionar como painéis de informação, em locais públicos como estações de ônibus ou trem, e podem ser posicionados nos modos retrato e paisagem.

A fabricante afirmou que os produtos devem chegar ao mercado em breve, mas não revelou quanto irão custar.


Fonte: http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=12164

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

LG e Fórmula 1: mais do que um patrocínio

Por Ricardo Marques

No ano que vem, a sul-coreana LG será a nova patrocinadora de tecnologia da Fórmula 1. Com o acordo anunciado hoje, a empresa adquire, com exclusividade, o direito de marketing nas categorias Consumer Eletronics, Mobile Phone e Data Processor. Em outras palavras, toda vez que você assistir uma transmissão verá a o logo da empresa “estampado” na sua TV. Questões de publicidade à parte, a discussão interessante aqui é outra: o avanço monstruoso que as empresas coreanas (LG e Samsung) estão dando em todas as áreas que atuam. A ponto de empresas tradicionais, como Sony, Philips e Sharp, entre outras, estarem muito preocupadas com esse crescimento. No Brasil, isso pode ser sentido de forma mais intensa anos atrás, quando a LG derrubou da noite para o dia o preço das telas de plasma. Resultado: todo mundo correu atrás para não perder mercado.  

Um outro ponto interessante desse acordo é a disputa, palmo a palmo, entre a LG e a Samsung. Acredite, essa disputa é realmente acirrada, a ponto de um executivo da Samsung (preservo a fonte já que foi uma conversa informal), anos atrás, dizer com todas as palavras: onde tiver um outdoor da LG, do lado colocaremos um bem maior. Em São Paulo, antes da Lei Cidade Limpa, isso era facilmente perceptível.

A Fórmula 1 é o topo da inovação tecnológica e ter seu nome associado a essa grife é, sem dúvida, muito importante num mercado cada vez mais competitivo. Resta saber como os outros fabricantes vão reagir a essa investida.


Fonte: http://planetech.uol.com.br/?p=3095

Sistema inédito mensura audiência de vídeos na web

Por Fernando Souza Filho

Medir o nível de interatividade do internauta e saber a receptividade de uma marca para quem divulga sua comunicação por meio de vídeos online: essa é a proposta do sistema desenvolvido pela Take 5, empresa especializada em comunicação corporativa. A solução permite medir quanto do vídeo foi visto por cada usuário e traz estatísticas mais fiéis sobre o interesse e comportamento do público. O recurso otimiza a comunicação, pois traz resultados que podem mudar a estratégia da empresa, com alterações nos próximos conteúdos, a tempo de obter melhores retornos de audiência.

A implementação deste recurso já está disponível e passa a fazer parte, inclusive, dos projetos de comunicação da Take 5 que estão em andamento.


Fonte: http://pcmag.uol.com.br/blog/?p=115

Presentes de Natal: 83% dos internautas devem comprar eletrônicos

Levatamento feito com 1.017 leitores dos sites IDG Now! e PC World indica que busca por notebooks e mobilidade está em alta.


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Apesar da crise financeira e da disparada do dólar, que já acumula alta de aproximadamente 30% em 2008, as vendas de produtos de tecnologia continua em alta. É o que aponta enquete feita com 1.017 leitores dos sites IDG Now! e PC WORLD este mês.

O resultado apurado indica ainda que há um grande interesse dos pesquisados em produtos relacionados com mobilidade e entretenimento. Os números mostram que 83% dos entrevistados vão comprar um produto de tecnologia em 2008. Apenas 8% dos respondentes afirmaram que adiariam a compra, sem especificar um motivo para isso.

O levantamento traz ainda b

mercado de tecnologia: os gastos de 41% dos pesquisados devem aumentar em 2009. Entre os pesquisados, 35% disseram que, no próximo ano, vão manter seus gastos no mesmo patamar de 2008 - um indício de que a desaceleração pode não atingir tão fortemente o setor. Já 24% responderam que pretendem reduzir o orçamento no próximo ano.

Mobilidade e entretenimento
Os consumidores também estão muito bastante interessados em mobilidade. Trinta e nove por cento dos entrevistados disseram que pretendem comprar um notebook nos próximos três meses. A lista de compras contém ainda celular e/ou smartphones (31%), modems 3G (15%) e roteadores wireless (15%).

O setor de entretenimento também tem espaço na preferência dos usuários. Segundo os números levantados, 24% vão comprar TVs LCD ou de plasma nos próximos três meses. Câmeras fotográficas digitais (21%) e monitores LCD (17%) também são desejos dos usuários nos próximos três meses.

Para fazer o levantamento, foram enviados 30 mil e-mails de convite à enquete, que foi respondida online.


Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2008/11/27/presentes-de-natal-83-dos-internautas-devem-comprar-eletronicos/

Samsung domina venda de TVs no terceiro trimestre

De acordo com um relatório da consultoria americana DisplaySearch, as vendas de televisão subiram 11% no terceiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior e 6% na comparação com o mesmo período de 2007.

Segundo a pesquisa, mais de 53 milhões de TVs foram vendidas no mundo inteiro durante os meses de julho, agosto e setembro. A parcela global de televisores de tela plana subiu para 57% no terceiro trimestre, 1% a mais do que no segundo trimestre. Dessa fatia, 50% correspondem a TVs de LCD e 7% a equipamentos de plasma.

No primeiro lugar do ranking de vendas está a Samsung, com 22,5% de participação no mercado. Em seguida vêm Sony (13,3%), LG (10,9%), Panasonic (8,6%) e Sharp (8%).


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=6916

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Celulares gravarão em Full HD até 2012

Por Daniel Serrano


Se depender da Ericsson, os telefones celulares já poderão gravar imagens Full HD em 2012. De acordo com a empresa a evolução da tecnologia e a convergência cada vez maior nesse tipo de produto, farão com que os telefones, em 4 anos tenham características típicas de diversos equipamentos atuais de áudio, vídeo e informática. A imagem acima mostra chart exibido pela empresa com as principais características que a companhia está desenvolvendo para os próximos 4 anos: câmera fotográfica interna de até 20 Mpixels, câmera de vídeo Full HD, Resolução XGA ( 1024 x 768), CPU de 1GHz e conexão à Internet em 100 mbps.


Fonte: http://planetech.uol.com.br/?p=3073

Onde está o programador?

Paulino Michelazzo
Paulino Michelazzo CMS Expert e Escritor Técnico

Escritor por DNA, programador por opção e vivenciando a Internet desde 1995, é diretor da Fábrica Livre, empresa especializada em soluções para a Internet com ferramentas de gestão livres.


Ser empresário no Brasil é uma atividade tão impressionante quanto um malabarista do Cirque du Soleil. Além de fazer seu trabalho de gerar negócios e manter clientes, é obrigado a camelar para pagar impostos, taxas, propinas, almoços e outras coisas e enfrentar a burrocracia advinda do DNA podre de nossos “descobridores” que impera na terra brasilis.

E para a aquele que se aventura na selva do empresariado de TI existe uma nova atividade: a busca de profissionais programadores. Acredite, está em falta e em muita falta.

Muitos vão dizer que estou louco pois a quantidade de profissionais formados todos os anos pelas universidades e faculdades brasileiras é maior do que o mercado pode absorver. Esquece-se porém este que comenta desta forma que a maioria das instituições solta na selva gatinhos manhosos ao invés de verdadeiros tigres. O nível é tão baixo e tão ruim que a perplexidade toma conta das empresas que precisam de bons profissionais ao ponto de serem tomadas decisões drásticas como re-ensinar os que das faculdades sairam com tudo aquilo que elas não ensinaram (e que deviam) e pelo que foram pagas mas não entregaram.

Acreditando ser um problema meu e de minha empresa devido a especificidade do trabalho que realizamos, perguntei para alguns amigos, também micro-empresários, se eles sofriam do mesmo mal. Veio estampada na cara de cada um deles com um sorriso amarelo a resposta engraçada: “se fosse só você que sofre disso, estávamos bem”. Um deles, programador de código fino e bem feito, possui uma empresa onde estão cinco vagas abertas para profissionais ou estudantes de uma determinada linguagem. Outro, tão bom quanto, possui mais três. De meu lado, são nove postos abertos que não são preenchidos por falta de pessoas que possuam o mínimo de conhecimento. Uma lástima.

E o que falta?
Falta quem presta realmente. Questiono dezenas de pontos dos curricula das faculdades que são comuns à todas elas. Ensinam uma linguagem de programação ao invés de lógica ou algorítimos; ensinam um banco de dados de um grande player qualquer ao invés de SQL ANSI e modelagem; ensinam Windows ao invés de sistemas operacionais. Pior ainda é ler os curricula que recebemos. Nem mesmo o português escrito presta e se questionarmos algum conhecimento básico da língua franca mundial, be my guest, we’re fucked!

O lado pessoal ou social do candidato é algo indiscritível. A maioria não sabe onde fica a Índia e pensa que o Vale do Silício tem este nome porque produz silício. Em contrapartida a maioria conhece todas as marcas e modelos dos carrões da atualidade e até mesmo a cor da calcinha de uma cantora de sucesso. Tudo sabem, exceto aquilo que precisam saber para comprar o carrão que conhecem ou ainda para comprar o melhor ingresso existente daquela que escarafuncharam até as entranhas.

Empreendedorismo? Para quê? Somos uma nação de mão-de-obra escrava (olha o DNA aí), proletariada e que depende das migalhas do governo para se manter. Enquanto nos países desenvolvidos é ensinado desde a tenra idade como ser empreendedor até mesmo dentro de casa, aqui ensinamos o caminho das pedras para se tornar um funcionário público. Emprego “garantido” e pouco trabalho, além, claro, dos “benefícios” oferecidos.

Para nós que nos aventuramos em criar empresas, gerar riquezas e oferecer empregos, sobram várias vagas abertas por pura incapacidade daqueles que “querem” trabalhar. Afinal trabalhar mesmo não é com eles. É melhor ter a garantia do emprego público do que dar a cara a tapa no dia-a-dia. Pelo menos o peru bombado de natal está garantido.


Fonte: http://blog.imasters.uol.com.br/paulinomichelazzo/

Personalização não é tendência, é um fato

Relendo alguns trend briefings do Trendwatching, me deparei de novo com a questão da personalização, que já havia sido citada por eles e que este ano voltou em comunhão com a questão da exclusividade e “premionização”.
Posso ser deveras precipitada ou até leviana ao dizer que personalização não é mais tendência e sim um fato, digamos, cotidiano. Ao menos nas minhas andanças virtuais, esbarrar com coisas que apelem para personalização já não é tão incomum assim.

O fato é que todos nós temos algo com o “personalizado”, “exclusivo”, “diferente”, “minha cara” ou qualquer coisa que o valha. Antes era difícil você encontrar uma loja que fabricasse o sapato como você queria ou até estampar na blusa o desenho que você escolheu. Até pela configuração econômica de tempos atrás, esse tipo de “serviço” se tornava um pouco inviável. Acho que faltava uma ferramenta que divulgasse para as pessoas certas e a um preço acessível ou compatível com o retorno o serviço “personalizado” ou “exclusivo” que você oferecia (simplesmente anunciar no horário nobre da TV ou até num outdoor era dispendioso demais, o que encarecia demais o produto e o tornava inviável).

Mas hoje as coisas se comportam de uma forma bem diferente e já podemos observar inúmeros exemplos, principalmente lojas online, que permitem um nível de personalização extrema aos itens que estão à venda ou, se não, ao menos apelam para a exclusividade de cada item (exclusividade, quer ou não, cai um pouco no mesmo “pacote” da personalização, principalmente no que tange à vontade de diferenciação em relação aos outros membros da sociedade).

Antes que pensem, não é sobre long tail que quero falar, apesar de personalização estar dentro desta constatação que veio à tona com essa organização de observações chamada long tail. Quero mesmo “alertar” para o fato de que algumas coisas que cismamos chamar de “tendências” não são nada mais do que manifestações que ganharam corpo devido as facilidades que as ferramentas web proporcionaram.
Mas chega de bla bla bla. Abaixo seguem alguns exemplos reais de sites que levantam a bandeira de personalização como conceito principal de suas marcas.

Etsy
Essa é uma das minhas lojas virtuais prediletas. Excetuando-se a boa arquitetura do site e as inúmeras ferramentas que ele oferece para você encontrar aquilo que você procura, o foco do site é a comercialização de coisas feitas à mão. Pelo fato de tudo que é vendido ser feito à mão, o apelo à exclusividade é algo que fica evidente. Além disso, os fornecedores também são os próprios usuários, ou seja, você tem um espaço para comercializar as coisas que você faz, ampliando suas chances de encontrar alguém que se interesse pelas suas produções.

Polyvore
A grande questão dessa loja é a possibilidade de compor o visual que você quer baseado em cores. Você pode comprar um ‘look’ completo (roupa, sapato, bolsa, acessório etc) a partir das combinações de peças e cores que você faz dentro do próprio site. São inúmeras as lojas que disponibilizam os itens por ali e cada look, por mais que seja de loja “mainstream” como uma Gap, por exemplo, acabam sendo único, porque cada um combina os itens da forma que bem lhe convir.

Threadless / Camiseteria
Muitos já conhecem ambas as lojas. Threadless é americana, Camiseteria é brasileira. Conceito básico: os usuários votam nas estampas que mais agradam e as mais votadas são comercializadas. Um quê de exclusividade, já que são relativamente poucas as camisetas à venda de cada estampa, um quê de personalização, já que você vota na estampa que mais te agrada.

A abordagem de personalização virou case bem sucedido de marketing. O Nike ID, por exemplo, não só ganhou notoriedade pelo fato do cliente poder personalizar seu tênis, mas por uma empresa do porte da Nike (e que já faz sucesso há anos com tênis desenhados por ela mesma) ter adotado essa linha. Aliás, a Nike sempre apelou para “autenticidade” e “personalidade” de seus produtos e personalização está intrinsecamente ligada a estas coisas. Bom, ponto pra Nike que soube utilizar de uma forma bem bacana e simples esse conceito, aproximando mais a marca de seus consumidores.


Fonte: http://blog.imasters.uol.com.br/loumartins/

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Vendas de TVs crescem 11% no terceiro trimestre

São Paulo, 25 de novembro de 2008 – As vendas de televisão subiram 11% no terceiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior e 6% na comparação com o mesmo período de 2007. Os números fazem parte de um relatório da consultoria americana DisplaySearch.

Segundo a pesquisa, mais de 53 milhões de TVs foram vendidas no mundo inteiro durante os meses de julho, agosto e setembro. A parcela global de televisores de tela plana subiu para 57% no terceiro trimestre, 1% a mais do que no segundo trimestre. Dessa fatia, 50% correspondem a TVs de LCD e 7% a equipamentos de plasma.

No primeiro lugar do ranking de vendas está a Samsung, com 22,5% de participação no mercado. Em seguida vêm Sony (13,3%), LG (10,9%), Panasonic (8,6%) e Sharp (8%).


Fonte: http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=12139

Videolog inova com tecnologias em vídeo

Por Redação iMasters

Quando o assunto é tecnologia de vídeos, o brasileiro Videolog está à frente do seu tempo. Enquanto a equipe pensa em vôos mais altos e outras inovações nos próximos meses, o americano YouTube está lançando hoje com alarde o seu "revolucionário" sistema de publicação de vídeos em HD.

De acordo com Luiz Fernando Noronha, jornalista do Videlog, "neste caso, as aspas são necessárias porque o Videolog já havia criado a possibilidade de vídeos em HD há nove meses, com o diferencial de poder ser visto com um mínimo de 2MB de banda larga, quando o normal para o mundo é de 4MB".

Além disso, no Videolog é o próprio usuário que escolhe o formato dos vídeos que serão publicados e a velocidade de carregamento é bem superior ao concorrente.

Luiz Fernando deixa uma pergunta no ar: "até quando a imprensa brasileira vai continuar valorizando idéias e inovações `velhas`, como o próprio You Tube?".


Fonte: http://imasters.uol.com.br/noticia/10819/tecnologia/videolog_inova_com_tecnologias_em_video/

Vídeos do YouTube passam a ter formato widescreen

São Paulo, 25 de novembro de 2008 – Todos os vídeos do YouTube passarão a ser exibidos no formato widescreen, com proporção de 16:9. A novidade foi revelada pelo próprio Google, que está aumentando a largura das imagens para 960 pixels.

No caso dos arquivos enviados no formato tradicional (4:3), o site irá centralizar o vídeo, exibindo barras laterais pretas para dar a impressão da tela mais larga.

De acordo com o Google, a idéia é melhorar a experiência de visualização dos vídeos. Há quem diga, porém, que se trata de uma estratégia para concorrer com sites semelhantes, como o Vimeo e o Blip.tv, que já adotam o formato widescreen para exibir os arquivos.

A novidade coincide também com o anúncio, feito há algumas semanas, de que o estúdio de cinema MGM seria o primeiro a postar filmes inteiros no YouTube.


Fonte: http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=12133

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

O Natal está chegando

Por Vinícius Barbizani

Semana passada, para a maioria dos envolvidos com comércio eletrônico, começaram os preparativos finais para o Natal. A época mais esperada pelos varejistas começa na segunda quinzena de novembro e promete beneficiar as grandes lojas, as lojas especializadas e principalmente o consumidor final.

As grandes lojas do comércio eletrônico, como o Submarino, vêm se estruturando há algum tempo e, com a chegada do Walmart, a briga entre os grandes Players vai gerar serviços diferenciados, preços mais acessíveis e quem ganha com isso são os consumidores.

As lojas especializadas, como a Sacks e Lojas KD, impulsionadas pelo poder da Cauda Longa, podem oferecer um atendimento mais próximo aos clientes e valorizar a capacidade que têm de atender às expectativas de um público seleto e pré-disposto a participar das interações que as lojas criarem.

Esse cenário ainda conta com um ponto importante, a interatividade. Para comprar na web as pessoas procuram informações, e um ambiente que tenha comentários de outros compradores enriquece a experiência de compra online. As mídias sociais estão repletas de comunidades, fóruns, postagens e diálogos a respeito de produtos e serviços nos quais os internautas trocam informações e decidem sua compra.

A crise internacional na economia ainda não atingiu o e-commerce brasileiro. A instabilidade do dólar, por exemplo, parece não ter influenciado diretamente os valores praticados nas categorias mais vendidas pela web, eletrônicos e informática, como comentou Maurício Salvador, diretor comercial da e-bit.

O Department of Commerce divulgou que, nos Estados Unidos, o e-commerce fechou o terceiro trimestre do ano com alta de 6%, o que significam 30 bilhões de dólares. No Brasil, de acordo com a e-bit, o crescimento foi de 24% em relação a 2007. Os números mostram que este ano não sentiremos o efeito da crise.

Por isso a dica é usar o crescimento das redes sociais para comprar os presentes de Natal. Vários consumidores estão comprando, muita gente possui informação para dar, outros gostariam de encontrar um pouco mais de detalhes e opiniões sobre certo produto ou serviço.

O e-commerce deve movimentar de 8 a 10 milhões de reais este ano, talvez até mais com a chegada de novas empresas. Já que a crise econômica deve fazer efeito apenas ano que vem, o preço baixo e benefícios exclusivos podem ser a saída para o consumidor que pretende aproveitar as ofertas de final de ano e comprar os presentes de Natal.


Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/10750/ecommerce/o_natal_esta_chegando/

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Elimine o lixo desnecessário do seu HD e libere espaço no disco

por Nando Rodrigues


Veja como se livrar de arquivos temporários, restos da instalação de programas e do lixo que fica da navegação pela web.


Mesmo com os HDs cada vez mais espaçosos não estranhe se o seu computador cedo ou tarde acusar falta de espaço. Os aplicativos estão cada vez mais rechonchudos, o conteúdo multimídia prolifera feito praga e muitas vezes, acabamos acumulando um grande número de arquivos desnecessários, mesmo sem nos dar conta disso.

Navegar na web ou instalar programas são atividades que podem gerar muitos arquivos inúteis na pasta Temp, de difícil localização (normalmente, ela fica em Documents and Settings\nome_ do_usuário\Configurações Locais\Temp). E o Windows simplesmente ignora essa pasta quando você o instrui a remover arquivos temporários. E ela vai inchando, inchando, e devorando preciosos megabytes.

A imagem abaixo representa o estado atual do HD do meu desktop. Trata-se de um PC corporativo no qual, por medida de segurança, não há permissão para instalar aplicativo algum. Mesmo assim, note que mais de 280 MB estão disperdiçados com arquivos temporários, resultados da navegação web ou mesmo da criação de arquivos temporários dos mais diversos tipos.

Para liberar tal espaço, no Windows Explorer, clique com o botão direito no drive C: (ou outra unidade, se for o caso), selecione a opção Propriedades, abra a guia Geral e clique no botão Limpeza de Disco.

Embora esta ferramenta remova arquivos inúteis e, portanto, libere espaço, nem sempre elimina todo o lixo na pasta de arquivos Temp sob Configurações Locais.

limpar_arquivos_tela_temp.jpg

Pasta Temp: arquivos de trabalho, de instalação e
vestígios de navegação na web


Você pode ser obrigado a excluir estes arquivos órfãos manualmente: para fazer isso, feche todos os programas, vá até a pasta, pressione as teclas Ctrl e A para selecionar todos os arquivos e pressione Delete.

Se mesmo assim você quiser saber que aplicações ou pastas estão ocupando lugar demais, experimente o gratuito TreeSize Free. Fácil de usar, ele mostra um relatório detalhado de suas pastas e subpastas e o espaço que elas ocupam no HD.

Ao ser instalado, o Microsoft Office 2003 cria a pasta MSOCACHE na qual são gravados arquivos necessários para adição de nova funcionalidade da suíte sem que se precise usar os discos originais do software. Caso não se importe de precisar usar esses discos, saiba que poderá recuperar cerca de 300 MB.

Para isso, utilize a ferramenta de limpeza do disco do próprio Windows. Clique em Iniciar, Programas, Acessórios, Ferramentas do Sistema e Limpeza do Disco. Selecione a opção Arquivos de Instalação do Office na aba Limpeza de disco e clique em OK.

Limpeza_disco.jpg


Conteúdo duplicado
Que atire a primeira pedra quem tem certeza de não possuir uma música ou vídeo duplicado na coleção multimídia. Gerenciar esse conteúdo, ainda mais quando o nome dos arquivos são manipulados pelos usuários, pode ser algo complexo. Por impulso, quando navegamos nos sites de compartilhamento de conteúdo, acabamos baixando músicas que nos agradam e que podem já ter sido baixadas anteriormente. Isso é comum principalmente quando se tem um coleção de canções muito grande.

Para resolver esse problema, é possível utilizar o shareware (porém gratuito durante 30 dias na versão Trial) EF Duplicate MP3 Finder (em inglês, mas muito fácil de usar). Uma vez instalado, é necessário ‘configurar’ o aplicativo para que ele faça a busca de acordo com os parâmetros desejados.

mp3finder400

E já que acabou com as faixas duplicadas, por que não aproveita para colocar sua biblioteca de músicas em ordem? Uma boa forma de fazer isso é utilizar o gratuito MediaMonkey. Este excelente organizador oferece um grande número de funcionalidade tais como reprodução, ripagem, sincronia com iPod e outros tocadores MP3 e um editor de tags – que vai ser muito útil na organização de suas canções.

mediamonkey400

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2008/11/18/elimine-o-lixo-desnecessario-do-seu-hd-e-libere-espaco-no-disco/

Casas Bahia diz estrear loja online em meses

Por Felipe Zmoginski


Loja online ainda é uma promessa /
Loja online ainda é uma promessa

A rede varejista afirma que terá loja online funcionando entre o final deste ano e o início de 2009.

Em junho de 2007, o fundador da rede varejista Casas Bahia, Michael Klein, afirmou que sua empresa estrearia uma loja online ainda em 2008, projeção que não deve ser cumprida.

A informação causou surpresa na época, uma vez que o modelo de negócios da empresa é há décadas amarrado ao financiamento de móveis e eletrônicos em carnês.

Um dos argumentos para manter os carnês é que, ao ir pagar o boleto na loja todos os meses, o consumidor entra em contato com novas ofertas.

Agora, a empresa explica que está próxima de estrear uma versão para e-commerce e que isto deve ocorrer entre o final deste ano e o início do próximo. A rede já explora um cartão de crédito com sua marca e espera superar a marca de 4 milhões de usuários com seu cartão até o final deste ano.

Com este volume de clientes cadastrados, a empresa acredita que terá uma base sólida para estrear sua loja eletrônica. Os principais concorrentes da rede no varejo, como Ponto Frio, Lojas Americanas e Magazine Luiza já possuem lojas eletrônicas.

Este ano, a rede varejista Wal-Mart também estreou uma loja online, a primeira do grupo fora dos Estados Unidos. Em vários itens, como eletrônicos, a loja do Wal-Mart é rival das Casas Bahia.

Há um ano, no dia das mães, a Casas Bahia adotou ferramentas de web 2.0 para promover seus produtos online. Vídeos de até um minuto com mensagens dos consumidores homenageando suas mães e textos gerados por usuários foram publicados no site da empresa e no YouTube.


Fonte: http://info.abril.uol.com.br/aberto/infonews/112008/18112008-37.shl

Nova ferramenta no Google Analytics monitora conteúdos em Flash

por Heather Havenstein, editor da Computerworld, dos EUA

Agora desenvolvedores Flash vão saber se estão desenvolvendo vídeos com conteúdo certo para atrair novos usuários, diz Google.

O Google anunciou na segunda-feira (18/11) que está colaborando com a Adobe para permitir que usuários do Google Analytics rastreiem conteúdos em Flash.

A ferramenta gaforflash (Google Analytics para Flash) permite que os usuários da ferramenta gratuita Google Analytics superem os desafios atuais que atrapalham o monitoramento de conteúdos em Flash em sites.

Agora, desenvolvedores Flash podem rastrear como as pessoas estão assistindo os vídeos que eles criaram e medir se estão desenvolvendo o tipo certo de conteúdo para atrair novos usuários, afirmou Nick Mihailovski, um especialista do Google Analytics, no blog da ferramenta.

O anúncio é o mais recente de uma série que o Google fez nos últimos tempos com o objetivo de tornar a ferramenta de monitoramento mais atrativa para gerentes de TI corporativa.

No mês passado, por exemplo, o Google incluiu uma grande quantidade de novos recursos, incluindo geração de relatórios personalizados, segmentação avançada e integração ao Google AdSense.

Um ano atrás, o Google revelou um recurso de monitoramento para ajudar as companhias a medir com maior precisão como os visitantes estão usando os elementos interativos do site, como Asynchronous JavaScript e XML (AJAX), JavaScript, filmes em Flash, páginas de gadgets e outras ferramentas multimídia.


Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/11/18/nova-ferramenta-no-google-analytics-monitora-conteudos-em-flash/